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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Mulheres e Supermercado, uma relação de intimidade crescente

Maquiagem, cores alegres e muitos acessórios... Sabe o que isso significa? O novo perfil de consumidores que vêm invadindo os corredores dos supermercados. Estamos falando do público feminino, que cada vez mais tem aumentado seu poder de decisão na hora das compras e, segundo pesquisas, já controlam 70% do consumo mundial.

Nos próximos anos essa proporção deve aumentar, pois a expectativa é que os rendimentos das mulheres aumentem, como vem acontecendo atualmente. Nos próximos 5 anos, as mulheres terão uma proporção ainda maior dos gastos. Isso porque o rendimento desta população terá um incremento de US$ 5 trilhões até 2014, resultado do maior ingresso delas no mercado de trabalho, o que representará US$ 15,6 trilhões. Entre 2002 e 2007, a renda das mulheres aumentou globalmente quase US$ 3 trilhões, para US$ 9,8 trilhões.

É cada vez maior o número de mulheres que assume o controle das famílias, fazendo o papel de chefe da casa, em 10 anos esse aumento foi de 79% segundo o IBGE. A mulher moderna assume o papel de mãe, esposa, dona de casa e profissional, e almeja muito mais, conquistando espaços antes específicos do público masculino. De acordo com o IBGE, em algumas regiões metropolitanas a mulher já corresponde a 43% da população economicamente ativa.

Os corredores dos supermercados estão lotados dessas mulheres que não querem e nem podem perder tempo com as compras. Portanto, os supermercadistas devem estar atentos para esse novo perfil de público, que tem alto poder de decisão e de compra, investindo num ambiente que atraia e satisfaça suas consumidoras.

Ampla diversidade de produtos de beleza, produtos importados, seções com informações diferenciadas como receitas e dicas, itens de limpeza doméstica com alta eficiência, tablóides com esclarecimentos às leitoras, alimentos saudáveis e práticos, são algumas sugestões que agregarão valor ao supermercado e atrairão as consumidoras ao seu ponto de venda. Além disso, eventos diferenciados destinados ao público feminino, como “Dia da Beleza” ou cursos especiais, trarão um toque de feminilidade especial ao estabelecimento.

Com criatividade e especificidade é possível ajustar as ações de merchandising, o mix de produtos e o layout da loja a esse público que é crescente e cada vez mais forte e exigente. As mulheres adoram se sentir especiais e únicas, e com grande parte do controle do consumo nas mãos, quem sairá lucrando é o supermercadista que souber aproveitar as oportunidades e incorporar toques femininos à sua loja.


Matéria publicada na Revista Mix

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Promoção: faça corretamente e lucre mais


Quem não gosta de uma promoção, não é verdade? Se para supermercadistas as promoções são oportunidades de negócios, para os consumidores são as chances que ele esperava para adquirir determinados produtos. Mas você sabe como fazer uma promoção de forma adequada?


As promoções, antes de tudo, devem ser muito bem pensadas e planejadas, pois se forem feitas de maneira inadequada podem não trazer o resultado esperando, causar rupturas e ainda gerar uma imagem errônea da empresa para o cliente, que acabará procurando o concorrente. É preciso definir qual o objetivo da promoção, pois é a partir daí que serão estabelecidas variáveis como público-alvo, custos, tipos de divulgação, enfim detalhes que fazem toda a diferença.


A forma mais comum de promoção é promover a queda de preços dos produtos tornando-o mais atraentes para os consumidores. Esta forma é bastante eficaz, entretanto utilizar-se apenas desse tipo de promoção pode levar o cliente a apenas comprar em sua loja quando ela estiver em promoção. Como estratégia de curto prazo, é eficiente, mas se a ideia é a fidelização, não invista apenas neste tipo de ação promocional. Existem outras formas de promoção que, se bem trabalhadas, poderão gerar lucros expressivos. Atrair novos clientes, aumentar o tíquete médio ou maior frequência de compras, são alguns dos objetivos das campanhas promocionais.


A “premiação”, quando o estabelecimento oferece um prêmio como resultado da compra de um determinado produto ou valor, é um tipo de promoção que pode ser utilizado nos estabelecimentos e gerar valor para o supermercado. Outra forma é o “concurso”, onde o lojista busca a participação ativa da comunidade em sua loja e premia o vencedor da frase mais criativa, por exemplo. O “cartão fidelidade”, onde os consumidores ganham pontos em compras realizadas e a cada determinada pontuação efetuam a troca por brindes ou produtos, também é uma excelente opção. Enfim, a partir do objetivo definido, é possível encontrar diferentes tipos de promoção.


As promoções trazem benefícios a todos os participantes. Entretanto é preciso cautela, pois estar sempre “em promoção” não é positivo para a imagem da empresa. A promoção é uma das maneiras de melhorar o desempenho dos negócios, mas não é a única. Com criatividade e inovação é possível alcançar muito mais sucesso.

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Matéria publicada na Revista Mix

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Produtos ecológicos nos supermercados

É cada vez maior a quantidade de consumidores que se preocupam com a qualidade e a preservação do meio ambiente. As empresas, de todos os segmentos, estão percebendo essa mudança de comportamento e também estão se adequando para atender às novas exigências dos consumidores conscientes. Os produtos ecológicos têm ganhado cada vez mais destaque no mercado.
Produtos ecológicos são aqueles que apresentam menor risco à saúde humana e menor impacto possível ao meio ambiente quando comparados a outros produtos da mesma finalidade. Hoje em dia podemos encontrar centenas de produtos feitos de forma ecologicamente correta. São bijuterias, camisetas, bolsas, calçados, produtos de limpeza, de construção, enfim, uma infinidade de boas opções para quem quer agir de forma ecologicamente correta.
Para os supermercados, a grande novidade são os cestos retornáveis produzidas pela Plásticos Novel e batizados de Ecobox. 100% reciclável, este novo cesto é produzido em polietileno de alta densidade, possui design com alça anatômica que proporciona conforto para as mãos e maior leveza, pois pesa apenas 0,670 kg. Este conjunto de características permite que ele seja usado tanto para armazenar alimentos dentro da dispensa como para a realização de compras dentro do supermercado. Em casa, o cesto pode ajudar a manter a dispensa sempre organizada e no supermercado podem ser utilizados para fazer as compras e para levar as compras para casa, economizando assim, as sacolas plásticas que são responsáveis por grande parte da poluição do meio ambiente e levam centenas de anos para se decompor.
Outra característica importante do Ecobox, é que ele pode ser acoplado ao Ecocar (carrinhos especiais simplificados) e assim substituir com vantagens econômicas, operacionais e institucionais, os carrinhos convencionais de supermercado.
Consideradas grandes poluidoras do meio ambiente, as sacolas plásticas tradicionais feitas a partir de petróleo têm cada vez mais perdido espaço para as sacolas ecologicamente corretas, as chamadas Ecobags, produzidas a partir de matéria-prima 100% natural. Os supermercados, cada vez mais conscientes, têm disponibilizado para seus consumidores a venda das ecobags a preços de custo. O objetivo é que cada consumidor possua a sua ecobag e na hora de ir ao supermercado leve-a, para que na hora da embalagem possa colocar suas compras e evite assim usar sacolas plásticas. “Eu tenho três ecobags e uso para tudo: padaria, supermercado, feira. Com certeza é muito mais prático e nos deixa com a consciência mais tranquila”, revela a estudante universitária, Pricila Lins. Sem dúvida é uma medida econômica e ecologicamente muito correta, pois o supermercado economiza em compra de sacolas plásticas e o meio ambiente será poupado de mais poluição.
Quando o assunto é alimento ecológico, não podemos esquecer das frutas, legumes e verduras produzidas sem adição de agrotóxicos, por exemplo. É cada vez maior a quantidade de consumidores que se preocupam em ter uma qualidade de vida mais saudável e procuram por alimentos orgânicos. Uma prova disso é o aumento no tamanho das seções destinadas a esse tipo de alimento, nos supermercados.
A política de 3R – reduzir, reutilizar e reciclar – e os produtos ecológicos, feitos com menos agressão ao meio ambiente, invadiram as lojas de diversos tipos de segmentos. A preservação do meio ambiente está forte na mídia, e os consumidores estão procurando se preocupar mais com a questão da sustentabilidade. Os empresários também, seguindo a corrente ecológica, têm buscado alternativas e procurado se comprometer com a sustentabilidade do planeta. Com pessoas e atitudes conscientes, o meio ambiente só tem a ganhar.
Matéria publicada na Revista Mix

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Entrega em domicílio


Para muitos consumidores ir ao supermercado não passa de uma necessidade corriqueira, simples e prática de ser executada, pois não lhes exige grandes esforços. Entretanto, para alguns clientes, essa atividade corriqueira acaba se transformando num fator de estresse, sabe por quê? Porque muitos clientes não possuem veículo próprio e, portanto não têm como levar suas compras com comodidade para suas residências. Foi pensando em tornar as idas aos supermercados sempre prazerosas e cômodas, que muitos supermercadistas passaram a disponibilizar para seus clientes a entrega em domicílio gratuita.
A entrega em domicílio, outrora restrita a farmácias e outros poucos estabelecimentos comerciais, trata-se de uma estratégia de marketing que beneficia a empresa e seu público interessado. Para a American Marketing Association, o marketing é uma função organizacional e um conjunto de processos que envolvem a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento com eles, de modo que beneficie ambos.
Com a entrega em domicílio, o supermercadista consegue estreitar a relação com seus consumidores favorecendo assim à fidelização, e ganhando em volume de vendas no momento que atrai novos potenciais clientes. “É uma prática excelente, pois facilita muito a vida de quem não tem carro próprio. Conseguimos economizar com transporte e acabamos comprando mais”, declara Maria Vitória, dona de casa que trocou de supermercado para aproveitar as comodidades.
Pensar em estratégias diferenciadas é primordial para quem quer crescer e se destacar. Nos supermercados estão os produtos de primeira necessidade dos consumidores, portanto é imprescindível oferecer as melhores condições e comodidades para àqueles que veem na sua loja muito mais que apenas uma opção de compras.
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Matéria publicada na Revista Mix

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

A importância dos treinamentos


Funcionários profissionalmente capacitados e com habilidades técnicas ou intelectuais amplamente desenvolvidas são verdadeiras joias para os supermercadistas. Mas conseguir tamanha proeza não é uma tarefa tão simples de se conseguir, é necessário investimento e participação efetiva em atividades que busquem a excelência e qualidade nos resultados. Você sabe a importância dos treinamentos para os funcionários?
De acordo com Idalberto Chiavenato, no livro Gerenciando Pessoas, treinar é o ato intencional de fornecer os meios para proporcionar a aprendizagem. Podemos dizer que quando treinamos alguém estamos ensinando-o a pensar, a criar e a aprender a aprender. Os treinamentos são a opção mais eficaz quando pretende-se ambientar novos funcionários, fornecer novos conhecimentos, desenvolver determinados comportamentos e promover o auto-desenvolvimento, daí serem ferramentas de extrema importância em qualquer empresa, principalmente as que lidam diretamente com os consumidores, como os supermercados.
“Vivemos uma época em que do dia para noite um diploma pode não valer mais nada. Vivemos em um mundo de incertezas e rápidas transformações. O que ontem era um diferencial competitivo para uma empresa, hoje pode ser apenas mais uma característica da organização. Um profissional que era destaque há 10 anos, hoje pode não ser solicitado da mesma forma. Exatamente por isso é muito importante que os profissionais busquem sempre seu aprimoramento, ou seja, estudando muito, sempre e todos os dias, participando de palestras, encontros, fóruns e seminários de atualização profissional e lendo sem parar”, ressalta a palestrante e consultora empresarial, Márcia Ávila.
Muitas vezes o treinamento é visto como custo para a empresa, quando na verdade trata-se de um investimento que pode trazer excelente retorno se executado da forma correta. As mudanças podem ser perceptíveis a curto, médio e longo prazo, dependendo das necessidades específicas de cada empresa ou funcionário.
Para Márcia Ávila sucesso significa crescimento e crescimento significa cuidar das pessoas, do capital humano da empresa. “De nada adianta uma sala bacana, computadores de última geração, decoração de nível internacional, se as pessoas não estiverem sendo treinadas e bem tratadas, pois o clima organizacional é sentido pelos clientes, até mesmo quando ninguém fala”, enfatiza a palestrante.
Com as ferramentas adequadas e pessoas empenhadas, é possível alcançar resultados diferenciados diante do seu concorrente. Funcionários treinados e motivados são essenciais para o bom andamento da empresa e, consequentemente, contribuem para alavancar a excelência e qualidade nos resultados.

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domingo, 16 de agosto de 2009

Cliente em primeiro lugar

O cliente é, sem dúvida, o principal objetivo de qualquer empresa atuante no mercado, e é para ele que deve estar voltada toda a atenção do supermercadista que deseja transformar seu supermercado em um negócio de valor, com diferenciais perceptíveis. Atrair e manter esse cliente satisfeito em seu campo de mercado é o que move muitos empresários.
Trazer o cliente para dentro da sua loja não é tarefa fácil, portanto promoções, layouts adequados, propagandas e anúncios são estratégias que podem colaborar no momento de atração. Mas se atraí-lo é difícil, conquistar o cliente e mantê-lo é duas vezes mais difícil, principalmente quando se tem inúmeras empresas oferecendo os mesmos produtos que você.
O cliente precisa ter a sensação, após ser atraído, de que sua loja é realmente única e que possui um valor a mais. É preciso identificar as necessidades dos consumidores, para que se possa satisfazê-las da melhor forma possível. O cliente precisa se sentir especial e único. Portanto, é preciso unicidade de todos que fazem a empresa para que fique claro que todos têm o mesmo objetivo: atrair, satisfazer e manter o cliente.
Podemos estabelecer oito requisitos básicos para formar a base de sua empresa, são eles: oferta de produtos de valor, ou utilidades, de acordo com a ótica do cliente e da sociedade; escolha e manutenção de clientes satisfeitos; promoção da capacidade de evolução deliberada (aprendizado contínuo); atração, desenvolvimento e manutenção de talentos; construção e manutenção de relações significativas com clientes, funcionários, fornecedores e acionistas; uso produtivo dos recursos; adoção de conduta exemplar na ótica da sociedade; obtenção do lucro merecido. Tais requisitos devem estar interligados.
De acordo com José Carlos Teixeira Moreira, professor e palestrante na área de marketing, a forma mais inteligente de se atrair os melhores clientes é literalmente trabalhar com eles. Trabalhar com os clientes significa mostrar interesse pelas suas causas diárias e sua visão de futuro. Com base nisso é que deve-se colocar as ofertas de cooperação, tornando o valor percebido real, atestado pela preferência dos que honram e reconhecem sua loja.
O cliente busca identificar-se com a loja que pretende realizar suas compras. É importante que a empresa divulgue seus conceitos, missão e filosofia. Proporcionar algo a mais que a concorrência é um bom passo para dar início a uma relação duradoura entre lojista e consumidor.
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Matéria publicada na Revista Mix

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Revista Mix completa 4 anos e se consolida no mercado potiguar

A Revista Mix, considerada importante veículo de comunicação por toda classe supermercadista do Rio Grande do norte, completa 4 anos de atuação no Estado potiguar e se consolida como uma ferramenta de integração entre fornecedores e empresários do setor de supermercados.

O objetivo central da Revista Mix, órgão de comunicação oficial da Associação dos Supermercadistas do RN (ASSURN), é integrar todas as empresas envolvidas no setor ampliando oportunidades de negociação entre associados e fornecedores. “Todos os envolvidos no processo só têm a ganhar com um canal de comunicação que disponibiliza espaço para as histórias, ações, atividades, produtos e inovações do setor”, destacou Valdir Farias, presidente da ASSURN.

Atualmente todos os 165 municípios do Rio Grande do Norte recebem a Revista Mix mensalmente, através de parceria firmada entre a ASSURN e a Sterbom, que realiza a distribuição dos exemplares. E não para por aí, nos próximos meses a Revista terá sua distribuição expandida, integrando o RN com outros Estados no Nordeste. “A valorização dos fornecedores locais, dos eventos e produtos do Estado, é um dos pontos mais importantes praticados pela Mix que está de parabéns pela sua atuação”, ressaltou Tacio Correia, diretor de loja e procurador regional da Rede Wal-Mart.

O aniversário de 4 anos da Revista Mix foi comemorado com um café da manhã para os empresários do setor supermercadista, promovido pela Firenzze Comunicação Estratégica, empresa responsável pela produção editorial da Mix e contou com apoio da ASSURN, Hapvida, Mais Sabor e Grupo Reunidas. Entre os presentes no evento, José Geraldo de Medeiros, diretor do Supermercado Nordestão, destacou a importância da publicação para o setor e sua consolidação. “São quatro anos de sucesso, e a tendência é de desenvolvimento contínuo, sem falar que a aceitação é excelente”, enfatizou.




domingo, 12 de julho de 2009

A importância do associativismo


Nunca esteve tão em moda formar uma associação. O associativismo é uma palavra que ainda não se encontra nos dicionários, mas que pode ser definida como o ato de se associar, agregar, juntar, unir forças para um fim comum. Numa definição ampla, dizemos que associativismo é qualquer iniciativa formal ou informal, que reúne um grupo de empresas ou pessoas, com o objetivo principal de superar dificuldades e gerar benefícios econômicos, sociais ou políticos.
A iniciativa, em geral, surge de um ou mais empresários, de um mesmo ramo de atividade, que esperam, ao unir suas forças, poder competir em melhores condições com as grandes empresas. Normalmente, essa união tem, no início, intenção de conseguir melhores preços com a realização de compras conjuntas, porém, com o tempo, outras vantagens são percebidas. Ao desfrutar dessas novas conquistas, os empresários crescem profissionalmente, gerando reflexos em suas empresas, que se tornam competitivas e experimentam considerável aumento em seus lucros.
Alguns pontos fortes são destaques quando o assunto é associativismo. União, troca de culturas, facilidade nas compras conjuntas, fortificação da marca, maior capacitação de todos, alta lucratividade, parcerias, aumento da competitividade são apenas exemplos das melhorias contínuas que os associados podem desfrutar. Sem dúvida é um negócio altamente rentável. Está evidente que vivemos a era do associativismo, pois estamos aprendendo a cada dia que sozinhos somos presas fáceis e apenas mais um. A união faz a força.

Matéria publicada na Revista Mix

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Qualidade de vida nos supermercados é possível


Qualidade de vida é um dos assuntos mais comentados nos últimos tempos. As pessoas têm buscado cada dia mais se tornar mais saudáveis e para isso recorrem a busca por exercícios físicos, mudança nos hábitos alimentares, procuram se cuidar mais e melhor. Os supermercados podem se tornar grandes aliados nessa busca por uma melhor qualidade de vida.
Foi-se o tempo em que o supermercado disponibilizava apenas o básico para os seus clientes. Hoje, os consumidores estão cada vez mais exigentes consigo próprio e com o que consomem. É a busca por uma vida mais saudável e os supermercados têm que se adequar aos novos tempos.
Proporcionar uma melhor qualidade de vida não é fácil, mas os supermercadistas têm tentado ampliar cada vez mais o leque de opções para seus clientes. Os alimentos estão no topo da lista. Os produtos diet são indicados para pessoas que tenham restrição de consumo de algum ingrediente, como os diabéticos que não podem ingerir açúcar, e os hipertensos que não devem consumir muito sal. Já os produtos light são alimentos que possuem 25% a menos de algum tipo de ingrediente, como gordura por exemplo. Ambos são bastante procurados e podem ser encontrados, por exemplo, balas, doces, biscoitos, sorvetes light ou diet, à escolha do consumidor.
Os integrais também têm ganho muitos adeptos. Necessários para uma melhor digestão, os alimentos integrais preservam grande parte de suas fibras, vitaminas e minerais. Como exemplo podemos citar o pão e o arroz integral e a granola. Este último tem grande aceitação entre os simpatizantes da boa forma física, pois possui alto valor energético.
E os produtos naturais? Estes são os alimentos que mais têm crescido nas prateleiras dos supermercados. O consumo de frutas, legumes e verduras é altamente constante na vida das pessoas que estão buscando uma melhor qualidade de vida. O alto potencial benéfico, o elevado nível de nutrientes e a grande variedade desses tipos de alimentos proporcionam aos consumidores um dia-dia mais saudável. Podemos incluir aqui as geleias 100% naturais, que não possuem conservantes, aromatizantes e nem corantes. Não devemos esquecer dos adeptos aos alimentos orgânicos, àqueles cultivados sem fertilizantes e agrotóxicos. É cada dia maior a quantidade de clientes que aderem a esse tipo de alimentação.
Passeando pelo supermercado o que não vai faltar são boas opções para que o consumidor eleve sua qualidade de vida. São azeites, óleos com ômega 3 e 6 e vitamina E, maionese à base de leite com menos calorias e 0% de gordura trans, peixes e frutos do mar, produtos a base de soja, alimentos desnatados, iogurtes que regularizam o funcionamento intestinal, uma infinidade de tipos de chás, cada um com sua funcionalidade específica. Quando saímos do campo alimentar, encontramos o protetor solar, produto altamente necessário em um estado que possui um clima quente como o Rio Grande do Norte. Os benefícios das pessoas que utilizam o protetor solar diariamente, são inúmeros e para toda a vida. E, voltando-se especificamente para as mulheres, podemos citar o sabonete líquido íntimo, por exemplo, que equilibra o Ph vaginal e com uso contínuo melhora a saúde íntima feminina.
Não há dúvidas de que o supermercado já possui um leque enorme de produtos ricos em qualidade de vida. Porém, não se pode estacionar, é necessário sempre ampliar seu mix e proporcionar aos consumidores o que existe de melhor e mais saudável. O novo ritmo da vida moderna é acelerado e os supermercadistas têm que acompanhar o compasso para não se tornarem obsoletos.

Matéria publicada na Revista Mix

domingo, 31 de maio de 2009

Cachaça, orgulhosamente brasileira


Ela tem seus apreciadores fiéis e cada vez mais conquista novos consumidores. Estamos falando da cachaça, uma bebida tipicamente brasileira que tem uma produção anual em torno de 1,5 bilhão de litros, possui cerca de 40 mil fabricantes em todo o Brasil e 4 mil marcas. E não pára por aí, o mercado brasileiro tem trabalhado forte para ganhar cada vez mais espaço no mercado externo.
A versão mais antiga da origem da cachaça é que ela teria sido descoberta por acaso, como subproduto da produção brasileira de açúcar mascavo e rapadura, no início do Século XVI. Os primeiros escravos chegados ao Brasil aderiram à bebida, que lhes era servida pelos senhores de engenho, para que agüentassem as duras jornadas de trabalho, como também para alegrar as suas festas e seus momentos de lazer. Com o passar do tempo, as técnicas de produção foram aperfeiçoadas, passando a cachaça a ser destilada em alambiques de cobre e a ser chamada de aguardente de cana; ganhou fama e passou a freqüentar tanto a senzala como a casa grande e a ser apreciada também por visitantes ilustres e autoridades.
A cachaça, a bebida oficial do Brasil, é o destilado mais consumido no país, ocupando 86% das vendas, e o terceiro do mundo; perde apenas para a vodca e a bebida coreana Soju. O setor movimenta um mercado milionário. Dos 1,5 bilhão de litros de cachaça produzidos por ano no país, 1,050 bilhão são de aguardente industrial, produzida em destilarias, e 450 milhões de cachaça artesanal, feita em pequenos alambiques. São aproximadamente 400 mil empregos diretos. São Paulo é o líder na produção, com 44%, seguido de Pernambuco e Ceará, com 12% cada um. Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Espírito Santo, cada um com 8% do mercado, completam a lista dos principais fabricantes.
Atualmente, menos de 1% do volume de cachaça produzido pelo Brasil é exportado. A base exportadora é formada de aproximadamente 140 empresas, em geral médias e grandes, que exportam para mais de 60 países. Em 2007, foram exportados aproximadamente 9 milhões de litros, gerando uma receita de mais US$ 13 milhões. Segundo os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior alguns dos principais destinos das nossas exportações em 2007 foram Europa (Alemanha, Portugal, Espanha, França) e Estados Unidos. Até 2010, a indústria de cachaça do Brasil espera que as exportações atinjam US$ 30 milhões.
E com o verão se aproximando, a bebida mais famosa feita a partir da cachaça ganha amplo destaque, é a caipirinha, bebida que nasceu no interior paulista no século 18. A receita cachaça, limão, açúcar e gelo se popularizou e hoje tem adeptos, não só no Brasil, como no mundo. A caipirinha já figura no cardápio de restaurantes de todo o mundo. Poucos drinques possuem ingredientes que "casam" tão bem. De sabor tropical, é sem dúvida uma das bebidas mais pedidas para os dias quentes de verão.
Os supermercados devem compor um mix variado quando o assunto é cachaça. Industrializada ou artesanal, não faltam opções para os apreciadores desta bebida. Orgulhosamente brasileira, a cachaça ganha novos mercados a cada dia, aqui e lá fora.


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domingo, 12 de abril de 2009

Mel, um alimento economicamente viável e altamente benéfico


Desde a época da pré-história, o mel é utilizado como forma de alimento. Com o passar do tempo, o homem aprendeu a manejar com as abelhas e montou colméias racionais de forma que houvesse uma maior produção de mel sem que fosse causado prejuízo para as abelhas. Nasceu então a apicultura, que vem se apresentando nos últimos anos como uma importante alternativa econômica para o meio rural do estado do Rio Grande do Norte e ganhando novos adeptos a cada dia em todo o Brasil. Hoje, além do mel, é possível explorar, com a criação racional das abelhas, produtos como: pólen apícola, geléia real, rainhas, polinização, apitoxina e cera. Existem casos de produtores que comercializam enxames e crias.
O mel é um produto 100% natural elaborado pelas abelhas a partir do néctar que elas retiram das flores. O mel escuro tem paladar acentuado, é mais nutritivo, e possui maior taxa de proteínas, aminoácidos e sais minerais que lhe dão a coloração escura. Já o mel mais claro apresenta paladar suave e menos sais minerais. A utilização do mel na nutrição humana não deveria limitar-se apenas a sua característica adoçante, como excelente substituto do açúcar, mas principalmente por ser um alimento de alta qualidade. O mel é uma excelente fonte de energia, contém princípios ativos que promovem o crescimento e melhoram a vitalidade corporal, auxilia no controle de doenças cardiovasculares, no funcionamento do coração, protege o cérebro, o fígado, é muito eficaz no tratamento de problemas respiratórios e pulmonares, é antioxidante, enfim possui benefícios são inúmeros.
Tais benefícios podem ser claramente percebidos na economia também. Nos últimos anos tem crescido bastante a comercialização do mel em todo o país. Isso se deve ao aumento do consumo propiciado graças ao aumento da qualidade de vida das pessoas, que têm buscado cada vez mais produtos naturais para o seu dia-a-dia e ao aumento da exportação.
O Rio Grande do Norte tem despontado como grande estado produtor de mel. São várias regiões produtoras, espalhadas por todo o estado. “Nosso estado possui uma ótima produção. Para se ter uma idéia, somente na Chapada do Apodi, nós produzimos 400 toneladas de mel anualmente”, explica Fátima Torres, presidente da COOPAPI – Cooperativa Potiguar de Apicultura e Desenvolvimento Rural Sustentável do RN, que atualmente conta com 160 famílias envolvidas no processo de produção de mel.
Grande parte de toda produção é voltada para o mercado externo. Os Estado Unidos e a União Européia são os maiores compradores do mel potiguar. “Praticamente toda nossa produção é exportada. Devido ao embargo imposto pela União Européia, estávamos exportando com um preço abaixo do mercado, porém para 2009, com o fim do embargo, nossa expectativa é que nosso faturamento se eleve consideravelmente”, destaca Fátima. Ela ainda acrescenta que esse ano, o grande desafio será para os produtores se adequarem à nova legislação do Ministério da Agricultura. “Nós teremos que rastrear todos os apiários, região onde o mel é produzido pelas abelhas”, enfatiza a presidente da COOPAPI.
O SEBRAE/RN também tem desenvolvido importantes projetos no setor de apicultura. Ações vêm sendo ampliadas junto à cadeia produtiva do mel, objetivando fortalecer a cultura da cooperação e promover a melhoria dos produtos, buscando a qualidade e a produtividade dos mesmos, além da inovação através de outros produtos da colméia.
Diante de tantos benefícios, o mel deixa de ser um simples produto de substituição de açúcar para ser um alimento altamente nutritivo, portanto os supermercadistas não podem deixar de oferecê-lo para seus clientes. Mel, geléia, cera de abelha, própolis são produtos de alta qualidade e os consumidores estão cada dia mais conscientes de que levar uma vida saudável é imprescindível.

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terça-feira, 17 de março de 2009

Coco, rica fruta


Muito comum nas areias das praias, o coco é uma das frutas preferidas do verão. Rico em nutrientes, sais minerais e fibras, o coco, além de ser uma ótima fruta para matar a sede e se refrescar, é um excelente aliado pra sua saúde. Não é à toa que o consumo de coco e seus derivados vêm crescendo a passos largos no Brasil.
A cultura do coqueiro ou cocoicultura, típica de clima tropical, é desenvolvida em aproximadamente 90 países. Os maiores produtores mundiais são: Filipinas, Indonésia e Índia. No Brasil, a cultura do coqueiro chegou possivelmente junto com a colonização portuguesa em 1553, no Nordeste do país. A cultura se adaptou bem no litoral brasileiro e atualmente, o Brasil possui em torno de 260 mil hectares implantados com a cultura do coqueiro, em quase todos os estados da federação.
O mercado do coco verde tem crescido muito nos últimos anos. Esse crescimento se dá devido ao aumento do consumo da água de coco in natura e ao crescimento das indústrias de envasamento que vêm disponibilizando o produto vigorosamente no varejo, principalmente, nos supermercados, restaurantes e lanchonetes. “A produção do Rio Grande do Norte é, em sua maioria, para o consumo interno. O estado chega a comprar coco de outros estados do país para suprir suas necessidades. No RN, a maioria da produção é utilizada para extravio da água, produção de coco desidratado e envasamento”, explica Thiago Fernandes, produtor de cocos na região agreste do RN.
O objetivo da industrialização da água de coco é a obtenção de um produto que preserve ao máximo as suas características naturais, estendendo sua vida útil e facilitando o seu consumo fora das regiões de plantio. A água de coco concorre com o mercado de refrigerantes e bebidas isotônicas, representando aproximadamente 1,4% desse consumo, estimado em mais de 10 bilhões de litros por ano.
Todo esse crescimento tem uma explicação plausível, os benefícios do coco são consideráveis. A sua água, que corresponde a aproximadamente 25% do fruto, é uma bebida diurética, com poucas calorias, rica em nutrientes, livre de gorduras e com uma grande quantidade de sais minerais e vitaminas. A polpa do coco também traz benefícios ao organismo, pois possui alto teor de fibras, o que auxilia no bom funcionamento do intestino. Já as cascas e fibras do coco, atualmente são reaproveitadas e utilizadas, por exemplo, na produção de artesanato, de vasos de plantas e como insumos para a indústria de polímeros. “No Nordeste, utiliza-se bastante a palha do coco em fornos de casa de farinha, por exemplo. Tudo de forma ecologicamente correta”, conta Thiago Fernandes.
A riqueza do coco é notória tanto em termos alimentícios quanto mercadológicos. A industrialização da água do coco verde tem se mostrado uma atividade bastante promissora e não podemos esquecer dos inúmeros derivados da fruta: óleo de coco, leite de coco, coco desidratado ralado, uma variedade de produtos encontrados nas prateleiras dos supermercados. Sem dúvida, o coco é uma fruta que tem tudo para crescer ainda mais e ficar cada dia mais fortalecida. “A exemplo de anos anteriores, a expectativa é que o consumo continue se elevando, tendendo ao aumento da produção”, finaliza Thiago.



Matéria publicada na Revista Mix

sexta-feira, 13 de março de 2009

Água mineral do RN, fonte de qualidade e crescimento


O estado do Rio Grande do Norte é rico em diversos ramos de mercado, o da água mineral é um deles. Atualmente, são 14 empresas atuantes no mercado, com a perspectiva de crescimento em mais três empresas para o ano de 2009. De acordo com o Código de Águas do Brasil são consideradas águas minerais naturais aquelas provenientes de fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas que possuam composição química ou propriedades físicas ou físico-químicas distintas das águas comuns, com características que lhes confiram uma ação medicamentosa.
De acordo com o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), o Brasil possui um grande potencial de água mineral a ser ainda explorado, e o Rio Grande do Norte é destaque por possuir uma qualidade em água mineral muito boa, atraindo investidores interessados em explorar o mercado. “A cada ano cresce a quantidade de envasadores no estado, e para 2009 há possibilidade de acréscimo em mais três empresas do setor de água mineral. O mercado está cada vez mais competitivo”, declara Roberto Serquiz, presidente do Sindicato das Indústrias de Cerveja, Refrigerantes, Águas Minerais e Bebidas do RN – SINCRAMIRN.
O mercado de água mineral está em crescimento, possui oferta e qualidade, porém os empresários e os consumidores não podem deixar de estar atentos com a qualidade da água comercializada, por isso, a fiscalização é rigorosa e constante. “O mercado de água mineral é muito competitivo, estamos sempre buscando um diferencial para atrair consumidores, sem esquecer do controle de qualidade, é ele quem mantém as empresas no mercado”, enfatizou Serquiz. Atualmente, a maior quantidade de fontes encontra-se situada nos municípios de Macaíba e Parnamirim e a principal forma de comercialização da água mineral é em garrafões de 20 litros.
De acordo com a Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária – SUVISA – a água mineral produzida, envasada e consumida em Natal e região é de boa qualidade e atende às normas especificadas pela Agência de Vigilância Sanitária, a ANVISA. A própria SUVISA realiza análise detalhada no que se refere a rotulagem, envase e consumo do produto a cada 3 meses.
Porém, um ponto que ainda causa dor de cabeça nos empresários do setor é com relação ao transporte e armazenamento da água mineral, pois enquanto na indústria o controle de qualidade é rígido, alguns distribuidores não têm o mesmo cuidado e podem colocar todo o trabalho realizado na indústria a perder. Os produtos ainda são armazenados de forma errônea, o que pode vir a contaminar a água. Para evitar que isso ocorra, é necessário que os comerciantes em geral, se conscientizem para os riscos do transporte e do armazenamento inadequado. A água mineral só pode ser comercializada em locais que vendem gêneros alimentícios, e no que se refere ao transporte, o garrafão de água mineral não pode ser transportado junto com produtos tóxicos, e o veículo transportador deve ser coberto e com proteção lateral impermeável para evitar a contaminação.
O sindicato tem sido fundamental na preservação de um ambiente competitivo ético e de qualidade, buscando agregar os empresários em torno de soluções comuns. “Nesse sentido, desde 2004 vem sendo implementado ações estruturantes e estratégicas, sempre contemplando a implantação de programas de qualidade, capacitações, pesquisa de mercado, estudo bibliográfico, campanhas de marketing, campanhas educativas, estudo de proteção ambiental, seminários, enfim, existe todo um planejamento sendo executado”, declara Roberto Serquiz. O SINCRAMIRN vem trabalhando o espírito associativista como forma de buscar fortalecer as ações coletivas em benefício comum.
Apesar de ser uma economia sazonal, visto que se eleva bastante entre os meses de Dezembro a Abril e consequentemente cai nos períodos chuvosos, o mercado de água mineral é considerado de grande potencial de crescimento, pois a água é, sem dúvida, o mais comum e mais importante de todos os compostos. Graças às propriedades da água, a vida foi capaz de surgir e se desenvolver em nosso planeta.

Matéria publicada na Revista Mix