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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Você sabe o que é uma carreira sustentável?

Sustentabilidade é uma palavra que está em voga nos últimos tempos. As pessoas, de forma geral, têm evoluído consideravelmente seus conceitos relacionados com o crescimento e melhoria da sociedade. Levando isso para o campo profissional, o que significa uma carreira sustentável?

Para ter sustentabilidade em sua carreira, o profissional precisa desenvolver-se em consonância com os objetivos da organização, buscando pensar e agir dentro de um contexto global promovendo equilíbrio mental e ambiental em seu cotidiano. Uma carreira sustentável deve ser pautada na ética empresarial e do profissional com ele próprio, alinhando-se aos valores corporativos. O consultor de capital humano da Mercer, William Bull, destaca que ter uma carreira sustentável é apresentar o resultado esperado pela organização, mas de uma forma ética.

As empresas precisam ampliar seus propósitos buscando não apenas resultados financeiros, mas também investir no desenvolvimento e aprimoramento de seus talentos internos. Por outro lado, os profissionais que desejam ter uma carreira sustentável devem buscar conhecimento, ser adaptáveis, manter seus valores em sintonia com os da companhia, conservar estabilidade emocional, mapear suas vocações e competências, e muito mais.

É preciso uma soma de atitudes comportamentais e elementos intelectuais para uma carreira se consolidar. Os profissionais precisam identificar quais os itens que lhe proporcionam bem-estar social, individual, familiar e profissional de forma que possam equilibrá-los e alimentá-los e, assim, ter sustentabilidade na carreira, sem esquecer de ter habilidade suficiente para manter-se na posição almejada. Embora as organizações tenham um importante papel na carreira de um profissional, é este quem deve buscar de sua consolidação.
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Matéria publicada na Revista Profissionais & Negócios

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Jovens no mundo dos negócios


O mundo dos negócios tem se tornado cada dia mais dinâmico e veloz. A globalização tem transformado as relações sociais e econômicas, tornando-as muito mais amplas e inovadoras, e com um perfil cada vez mais jovem. Protagonizando e otimizando ações empreendedoras, os jovens estão trilhando um caminho de sucesso, buscando desenvolver e participar, de forma particular, do mundo dos negócios.
Quando trata-se de empreendedorismo os jovens possuem características específicas. Agilidade, velocidade, determinação, versatilidade, criatividade e tecnologia, são apenas algumas palavras constantes no vocabulário dos jovens empreendedores. “O perfil desses jovens é o de uma pessoa que quer vencer na vida com seu próprio esforço, quer crescer e tem atuado com força e responsabilidade nos negócios. O sucesso está atrelado às habilidades de gestão”, explica o jovem empreendedor e presidente da CDL Jovem, Vinícius Albuquerque, que atua há 9 anos no setor de construção civil do RN quando fundou a Natal Pisos.
Inovação é uma palavra-chave quando falamos dessa nova geração empreendedora, que não se contenta com atitudes simples e busca sempre mais. O empreendedor é aquele que consegue encontrar uma solução, onde ninguém imagina. Um exemplo disso são os “Amigos de Aluguel”, empresa formada por um grupo de quatro amigos que oferece serviços de “amizade profissional”. A ideia é oferecer aos clientes a oportunidade de desfrutar de uma companhia agradável em qualquer evento, ou até mesmo em viagens. Para isso, o cliente escolhe uma opção dentre os 4 amigos, de perfis distintos, e paga por cada hora de companhia.
Segundo um recente estudo da Global Entrepreneurship Monitor, o jovem brasileiro é o terceiro mais empreendedor do mundo. Segundo Ênio Pinto, gerente nacional de atendimento do Sebrae, o alto índice de jovens que empreendem por oportunidade mostra uma melhora qualitativa no jeito de encarar o mundo dos negócios e torna os jovens mais preparados para enfrentar a competição. "Eles estão identificando melhor quais são os nichos de atuação e têm refletido mais sobre como empreender", diz.
Apesar de ser crescente no mundo empreendedor, a pouca idade dos jovens ainda é vista como fator de desconfiança por muitos clientes e fornecedores. “As pessoas não acreditarem ou não confiarem que você é capaz, e te privarem de oportunidades são as principais dificuldades que o jovem enfrenta hoje no mundo dos negócios. Acredito que a idade não é o fator principal, e sim a habilidade demonstrada em tocar os empreendimentos”, afirma Lorena Maia, que aos 25 anos está a frente da administração das 3 unidades do Restaurante Mangai em Natal, João Pessoa e Brasília.
O mercado atual é completamente diferente de 10 anos atrás, quando o acesso à internet apenas engatinhava. Hoje, com a rede mundial de computadores funcionando a todo vapor, os negócios têm se tornado mais velozes e atrativos. A nova geração de empreendedores sabe disso e aproveita toda a inovação tecnológica a seu favor, incrementando os negócios, buscando parceiros, fornecedores e clientes, em sites como o Youtube, Orkut, Twitter e Google. É a força da tecnologia quebrando barreiras e ampliando as oportunidades de investimento.
Certamente abrir um negócio não é tarefa fácil e nem pra qualquer um. É preciso acreditar em si próprio e, claro, no empreendimento a ser criado, além de buscar informações e estar disposto a trabalhar muito e superar desafios. Transformar as atitudes adversas em oportunidades é o que norteia o espírito dos empreendedores. Com determinação e perseverança, os jovens têm despontado como destaque no mundo dos negócios.
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Matéria publicada na Revista Profissionais e Negócios

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Cative as pessoas


Num ambiente de trabalho ou no convívio social fora dele, nos deparamos com as mais diferentes personalidades, e temos que saber conviver adequadamente com cada uma delas. Afinal de contas, ninguém é obrigado a ter os mesmos conceitos acerca de determinado assunto. Às vezes convivemos mais tempo com nossos colegas de trabalho, do que com nossos familiares. Por isso, é super importante saber cativar as pessoas no meio organizacional que estamos e estender esse entendimento a toda nossa vida social.
Saber interagir com clientes, fornecedores e diretores, por exemplo, só elevará nosso conhecimento e facilitará no dia-a-dia. O relacionamento com as pessoas, de um modo geral, é um desafio constante. Saber entender a si próprio, é um dos primeiros passos para que possamos melhorar o relacionamento humano. Compreender que somos diferentes e respeitar o ponto de vista do outro é indispensável, assim evitaremos atritos e promoveremos a relação saudável necessária no ambiente organizacional.
“Para ser ter um bom ambiente de trabalho, é necessário ter um profundo respeito pelos colegas de trabalho, procurando sempre ser simpático e cordial com todos. Além disso, sempre que se fizer necessário, devemos nos colocar no lugar do outro em determinadas ocasiões. Todo ser humano independente de sua classe social ou política merece ser tratado com dignidade. Acredito que para se ter um ambiente de trabalho saudável é preciso que pratiquemos essas regras diariamente”, opina Cileno Luiz, Gerente de Vendas.
Fazer amizades no ambiente de trabalho chega a ser imprescindível para existir um clima agradável, que acaba sendo vantajoso para o funcionário e para a empresa, pois gerará mais envolvimento com o trabalho e melhores desempenho e resultados. Portanto, é muito importante saber cativar, ganhar a simpatia das pessoas. Você não precisa virar “melhor amigo” de todos da empresa, mas deve, ao menos, procurar ser simpático, respeitar e atender a todos com presteza, educação e cordialidade. Veja bem, para cativar as pessoas, você não precisa ser o “palhaço” da empresa. Cuidado com piadas e brincadeiras.
Muito cuidado com os excessos, afinal de contas tudo demais é veneno. Nada de intimidade excessiva com os colegas, pois isso pode acabar diminuindo o respeito e o grau de profissionalismo necessário para o bom andamento empresarial. E se você for o chefe, excesso de intimidade pode dificultar as cobranças naturais, como cobertura de metas, por exemplo.
A empresa também tem uma função importante nesse processo, afinal de contas os fatores internos influenciam diretamente no comportamento das pessoas. Oferecimento de benefícios, treinamentos motivacionais e eventos sociais, por exemplo, elevam a auto-estima dos clientes internos, o que contribui diretamente para o bom relacionamento empresarial. “As organizações descobriram que o perfil da empresa hoje é de uma empresa cidadã, na qual busca-se com interesse as ações realizadas para melhorar sua produtividade, entrar melhor no mercado e assim melhorar o convívio interno e com a sociedade”, ressalta Adriana Garcez, Analista de Recursos Humanos.
Cativar as pessoas não é nada impossível. Com um toque de sutileza, simpatia e boa vontade pode-se conseguir melhorias significativas no meio em que vivemos. Conviver em um ambiente onde todos procuram interagir com cordialidade é muito mais agradável.


Matéria publicada na Revista Profissionais & Negócios

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Trabalho em casa, uma tendência mundial

Ter o privilégio de trabalhar sem ter que sair de sua residência. Não estamos falando de trabalhos domésticos, e sim de empresas que disponibilizam essa opção para seus funcionários e de pessoas que resolvem trabalhar como autônomas. Transformar algum ambiente da sua casa em escritório pode ser uma boa pedida. É o Home office, que graças aos avanços da tecnologia da informação está se tornando cada vez mais comum.
O escritório em casa, ou home office, é uma opção atrativa para o início de micro e pequenas empresas já que apresenta uma considerável redução de custos. Alguns ramos de atividades são mais comuns como contabilidade, cosméticos, alimentos, confecções, publicidade, computação gráfica e consultorias em geral. Segundo a pesquisa Economia Informal Urbana feita pelo IBGE e o Sebrae e divulgada em 2005, 10 milhões de brasileiros se dedicam a pequenos empreendimentos e 35% destes desenvolvem esta atividade em suas residências.
Quando trata-se de grandes empresas o assunto também é tido como forte tendência. As empresas descobriram que manter um funcionário em um escritório pode elevar custos como aluguel de salas, mobiliário, serviço de copa, portaria, dentre outros. Sem falar também no tempo que se perde no trânsito ao ter que se deslocar para o trabalho. Se o funcionário pode desenvolver sua função a partir de sua residência, sem perder produtividade, o home office é a melhor opção. Na década passada, nos Estados Unidos, cerca de 10 milhões de profissionais foram cumprir parte de seu expediente em casa.
Porém, deve-se ter bastante atenção e cuidado ao decidir que vai se trabalhar em casa. Horários devem ser respeitados, todo o cronograma de trabalho diário deve ter início e fim; apesar de não estar no escritório da empresa, não se deve deixar que a rotina da casa atrapalhe seu desempenho profissional; organize um local calmo e confortável para ser seu home office. Parece bobagem, mas são detalhes que fazem a diferença e que te auxiliarão no desempenho de sua carreira e no seu crescimento. Liberdade com responsabilidade, essa é uma expressão chave quando falamos em home office.
Sem dúvidas o trabalho em casa surge como uma alternativa e atua como uma forte tendência mundial. É uma readequação do modelo tradicional de negócios que vem ganhando novos adeptos a cada dia.

Matéria publicada na Revista Profissionais & Negócios

sábado, 4 de abril de 2009

É hora de estudar!

Após um período de férias, festas e descanso, o ano de fato começa. Para alguns é a hora de começar aquele curso que se programa há muito tempo e para outros a hora é de retomar algo que ficou inacabado. O importante é que agora é o momento de reaver ou iniciar os estudos que irão levar à melhor formação profissional, da qual depende o futuro de cada um no mercado de trabalho.
Para algumas pessoas estudar significa apenas estar matriculado em alguma instituição de ensino, entretanto não é assim que se consegue o melhor aproveitamento dos estudos. Estudar é muito mais que isso, é aprender uma série de conhecimentos, exercitar a inteligência, a memória, a vontade, a capacidade de análise, de síntese, de relacionamento, enfim é dedicação plena para se atingir objetivos.
O estudo é verdadeiramente importante. Ao estudarmos, melhoramos o nosso desempenho na vida como um todo. O estudo, que sempre foi uma atividade presente na vida de todos, passa a ter na nossa sociedade seu valor redobrado devido à seletividade cada vez maior e à facilidade de acesso às novas informações, não sendo mais possível abrir mão de novas aprendizagens. “O curso de idiomas tem sido cada vez mais importante na nossa formação profissional. Temos que estar atentos às exigências do mercado de trabalho”, declara Ana Maria Lins, iniciante no curso de inglês.
Graduação, especialização, mestrado, doutorado, cursos de idiomas e de informática, são apenas algumas das possibilidades mais comuns e procuradas por estudantes em início de carreira ou profissionais em busca de maior qualificação. De acordo com a professora de ensino superior Luciane Taramelli, para alcançar sucesso nos estudos são necessárias três coisas: poder, querer e saber estudar. “’Poder’ estudar é ter inteligência normal e suficiente para fazê-la. ‘Querer’ estudar é ter o desejo e a determinação para adquirir conhecimentos. O ‘saber’ estudar é o terceiro fator importante para alcançar bons resultados nos estudos. É preciso aprender de verdade”, declara Luciane.
É comprovado que 86% das pessoas com algum tipo de qualificação extra, conseguem ter êxito em suas carreiras profissionais. Para ser bem-sucedido é necessário planejamento, disciplina, autoconhecimento e estar atento às mudanças de mercado. Quando sabe-se o que se quer, o ser humano consegue caminhar com maior rapidez e consistência rumo ao seu objetivo com maiores chances de êxito.
Esperar que os fatos simplesmente aconteçam não é a forma mais apropriada para o estudante ou para o profissional que quer crescer. Estudar e se aprimorar são fatores fundamentais e condicionantes para se destacar no mercado de trabalho. Sem dúvida, nunca é tarde para começar ou recomeçar, entretanto o quanto antes nos dedicarmos aos estudos e ao aprimoramento profissional, seremos recompensados não só profissionalmente, como pessoalmente também. É hora de estudar!

Matéria publicada na Revista Profissionais & Negócios

segunda-feira, 23 de março de 2009

Trabalhe com amor

Fazer o que gosta ou gostar do que se faz como forma de trabalho é um dos maiores objetivos de qualquer pessoa. Entretanto, atualmente, é comum encontrar profissionais insatisfeitos com seus trabalhos ou com sua carreira e que não se dedicam efetivamente aos seus afazeres, desenvolvendo seu melhor, trabalhando com amor. “Trabalhar com amor é está apaixonado pelo que faz, é gostar do que se está fazendo. É ter vontade de ir trabalhar e nunca ir apenas por obrigação. Como diz Jack Welch, em seu livro ‘Paixão por Vencer’, as melhores pessoas para uma determinada função são aquelas que têm “4E” (Energia positiva, Energização, Estofo e Execução) e “1P” (Paixão)”, declara o assistente comercial da ALECRED (braço de produtos e serviços financeiros da ALE), Wesley Leite.
O fato é que esse conceito de trabalhar fazendo o que gosta e conseqüentemente se dedicar ao que se faz, é relativamente novo. Até meados da década de 80, o trabalho era visto como uma forma de ganhar dinheiro apenas. Muitos dos profissionais que estão hoje no mercado, escolheram suas carreiras pensando nas possibilidades de ganhar mais financeiramente. “Somente nos últimos anos as pessoas começaram a ter uma preocupação maior com suas carreiras e verdadeiros interesses profissionais”, declara a psicóloga Rosângela Casseano.
É claro que fazer o que gosta é o ideal de todos os profissionais, entretanto nem sempre isso é possível e quando isso não acontece deve-se ter maturidade suficiente para entender que aprender a gostar do que se faz e se dedicar a isso, é bem melhor que passar a vida reclamando. “Viver a vida toda em busca do ‘fazer o que gosta’ pode nos desviar do prazer de ‘gostar do que fazemos’”, enfatiza Luiz Marins, professor, consultor empresarial e autor de diversos livros. Quando aprendermos a gostar do que fazemos, faremos nosso trabalho com muito mais amor e dedicação.
Em alguns casos, as empresas têm grande parcela de culpa nessa insatisfação do profissional e, conseqüentemente, na ausência de dedicação por parte deste com seu trabalho. Algumas empresas não dão oportunidades para os profissionais crescerem ou mostrarem suas habilidades e nem oferecem ferramentas para que estes desenvolvam suas funções da melhor forma possível. Tudo bem que 100% de funcionários satisfeitos é ilusão, porém totalidade de insatisfação é sinal de que algo está no caminho errado. “A empresa tem um papel fundamental nesse processo de dedicação. Onde trabalho, a empresa oferece toda uma estrutura aos seus funcionários e faz anualmente um programa de feedback onde os melhores são premiados e ainda oferece possibilidades reais de crescimento”, ressalta Wesley Leite. Para se ter satisfação, o funcionário precisa entender quais os resultados de sua tarefa para a empresa. Dar metas é muito fácil, entretanto promover o feedback, etapa muito importante para o colaborador sentir-se reconhecido, valorizado e, portanto, satisfeito, é fundamental.
Emoções e desafios no trabalho, oportunidade de aprendizado e crescimento profissional, equipe de pessoas formidáveis, boa remuneração e excelente chefe, são apontados como as principais razões pelo qual as pessoas permanecem em seus empregos. De acordo com as autoras do livro “Eu amo meu trabalho – Como fazer isso ser verdade”, o amor ao trabalho ajuda os profissionais a ter mais energia, criatividade e comprometimento. “Ficamos ansiosos por encontrar nossos colegas e desfrutar do ambiente saudável e da sabedoria do chefe, em suma, gostamos do pacote todo. Não ficamos negociando cinco minutinhos a mais de sono com o relógio pela manhã, pois sentimos que produzimos algo importante, com o qual estamos altamente comprometidos", garantem as autoras em um dos trechos do livro.
Sem dúvida quando fazemos o que gostamos ou gostamos do que fazemos, o empenho no trabalho é muito maior, e conseqüentemente trabalhamos com muito mais amor, dessa forma as possibilidades de crescimento profissional são consideravelmente maiores. “Se eu não trabalhasse com amor acredito que não teria conseguido três promoções em menos de três anos na empresa. Quando não se trabalha com amor dificilmente conseguimos atingir as metas, alcançar os alvos, e é isso que a empresa espera de você. Essa paixão pelo trabalho também é demonstrada quando nos envolvemos nos projetos sociais que a empresa desenvolve. Sem dúvida, trabalhar com amor é fundamental”, finaliza o analista comercial.

Matéria publicada na Revista Profissionais & Negócios

segunda-feira, 9 de março de 2009

Marketing de Relacionamento

O mundo globalizado passa por intensas transformações diárias. Cada dia surgem novas oportunidades de negócios e junto com elas, novos concorrentes e uma concorrência cada vez mais acirrada. Para crescer e ter sucesso é preciso focar-se em estratégias. O marketing de relacionamento é uma delas.
Antigamente, quando se criava uma nova empresa, a grande preocupação era a de divulgação da marca para a maior quantidade de pessoas possíveis. Tornar-se conhecido por mais e mais pessoas era o ideal. Se essas pessoas iam se fidelizar à sua marca, era um detalhe quase sempre deixado de lado, afinal de contas, quanto mais gente conhecesse sua empresa, melhor. Hoje, com um cenário dinâmico, a situação é diferente e as preocupações vão muito além da simples propaganda.
Com o tempo, foi-se verificando que apenas conquistar novos consumidores não era o suficiente. Viu-se a necessidade de acompanhar esse consumidor também no pós-venda. Os clientes estão cada dia mais exigentes e esperam que seus fornecedores possam continuar lhes oferecendo um atendimento de qualidade, mesmo após o processo de aquisição. E é justamente nesse ponto que o marketing de relacionamento atua. O marketing de relacionamento é uma atividade que visa unir a satisfação do cliente com a fidelidade a uma determinada empresa.
Com o marketing de relacionamento, primeiramente se investirá no cliente já conquistado, tentando solidificar a relação do consumidor com a empresa. A manutenção do cliente para a empresa é extremamente importante. Esse tipo de marketing apóia-se em conhecer a fundo as necessidades, expectativas e demandas de seus consumidores, como forma de buscar proporcionar sempre o melhor para estes. É uma espécie de trabalho mais humanizado, personalizado para a clientela já existente. É recomendável criar ações que permitam que o consumidor perceba o quanto é especial. O cliente satisfeito compra mais, é mais barato de manter e ainda indica potenciais consumidores para a empresa. Não se pode esquecer que a melhor propaganda é a espontânea.
“O marketing de relacionamento tem um papel fundamental no sucesso da empresa. Clientes satisfeitos são fiéis compradores de seus produtos e o mais importante, são fiéis defensores da empresa que os agrada, propagando aos amigos e colegas o quanto se sentem satisfeitos com ela. Porém, a recíproca também é verdadeira, em casos opostos o cliente acaba naturalmente externando a sua insatisfação e a repercussão negativa tem efeitos devastadores sobre a imagem da empresa”, ressalta Márcio Leal, Gerente de Marketing.
No marketing de relacionamento, as organizações estabelecem e mantêm relacionamentos de longo prazo, mutuamente benéficos entre seus clientes, empregados e outros grupos de interesse. Isso envolve a compreensão, a concentração e a administração de uma contínua colaboração entre todos os envolvidos no processo. É uma estratégia de longo prazo extremamente importante e necessária.

Matéria publicada na Revista Profissionais & Negócios

quinta-feira, 5 de março de 2009

Como enfrentar a crise?

Quando se fala em crise, o espanto é geral. Mas você sabe o que significa crise? Segundo o dicionário da língua portuguesa, crise é uma fase difícil, grave, na evolução das coisas; colapso; ponto de transição entre uma fase de prosperidade e outra de depressão, ou vice-versa. E como devemos enfrentar a crise?
A crise pega de surpresa os que não se preparam para um momento assim e os que não raciocinam de forma adequada. Àqueles que buscaram se solidificar antes da fase difícil, montando equipes de ponta, buscando não desperdiçar e investindo no seu negócio com treinamentos para funcionários, acordos comerciais, e foco no cliente, estes sim se sobressaem.
Atualmente, quando as empresas ouvem falar de crise já começam cortando custos, demitindo funcionários, extinguindo treinamentos, propagandas – justo no momento em que mais se precisará delas – enfim, uma soma de atitudes errôneas. Em momentos de crise, os gestores têm que ter ponderação, bom senso, prudência e visão de futuro.
As empresas devem focar os cortes em ações significativas, atacando desperdícios e despesas supérfluas, cuidando com atenção do setor financeiro. Pode-se diminuir os treinamentos e programas de qualidade de vida, mas não se deve eliminá-los. Investir forte em publicidade também é necessário; durante a crise o cliente precisa lembrar que sua marca existe. Manter uma equipe unida e motivada é essencial para o perfeito andamento do negócio, principalmente em períodos difíceis. Nada de demitir por demitir.
A crise vez por outra sempre aparecerá. Mas não se deve deixar abalar facilmente. Manter a tranquilidade da alma e da mente são fundamentais nesse processo. Lembre-se, despesa e investimento são coisas diferentes. Tente achar nos momentos difíceis as oportunidades ocultas, para que no pós-crise seu negócio saia na frente e seu crescimento seja superior aos concorrentes.

Matéria publicada na Revista Profissionais & Negócios