
Muito comum nas areias das praias, o coco é uma das frutas preferidas do verão. Rico em nutrientes, sais minerais e fibras, o coco, além de ser uma ótima fruta para matar a sede e se refrescar, é um excelente aliado pra sua saúde. Não é à toa que o consumo de coco e seus derivados vêm crescendo a passos largos no Brasil.
A cultura do coqueiro ou cocoicultura, típica de clima tropical, é desenvolvida em aproximadamente 90 países. Os maiores produtores mundiais são: Filipinas, Indonésia e Índia. No Brasil, a cultura do coqueiro chegou possivelmente junto com a colonização portuguesa em 1553, no Nordeste do país. A cultura se adaptou bem no litoral brasileiro e atualmente, o Brasil possui em torno de 260 mil hectares implantados com a cultura do coqueiro, em quase todos os estados da federação.
O mercado do coco verde tem crescido muito nos últimos anos. Esse crescimento se dá devido ao aumento do consumo da água de coco in natura e ao crescimento das indústrias de envasamento que vêm disponibilizando o produto vigorosamente no varejo, principalmente, nos supermercados, restaurantes e lanchonetes. “A produção do Rio Grande do Norte é, em sua maioria, para o consumo interno. O estado chega a comprar coco de outros estados do país para suprir suas necessidades. No RN, a maioria da produção é utilizada para extravio da água, produção de coco desidratado e envasamento”, explica Thiago Fernandes, produtor de cocos na região agreste do RN.
O objetivo da industrialização da água de coco é a obtenção de um produto que preserve ao máximo as suas características naturais, estendendo sua vida útil e facilitando o seu consumo fora das regiões de plantio. A água de coco concorre com o mercado de refrigerantes e bebidas isotônicas, representando aproximadamente 1,4% desse consumo, estimado em mais de 10 bilhões de litros por ano.
Todo esse crescimento tem uma explicação plausível, os benefícios do coco são consideráveis. A sua água, que corresponde a aproximadamente 25% do fruto, é uma bebida diurética, com poucas calorias, rica em nutrientes, livre de gorduras e com uma grande quantidade de sais minerais e vitaminas. A polpa do coco também traz benefícios ao organismo, pois possui alto teor de fibras, o que auxilia no bom funcionamento do intestino. Já as cascas e fibras do coco, atualmente são reaproveitadas e utilizadas, por exemplo, na produção de artesanato, de vasos de plantas e como insumos para a indústria de polímeros. “No Nordeste, utiliza-se bastante a palha do coco em fornos de casa de farinha, por exemplo. Tudo de forma ecologicamente correta”, conta Thiago Fernandes.
A riqueza do coco é notória tanto em termos alimentícios quanto mercadológicos. A industrialização da água do coco verde tem se mostrado uma atividade bastante promissora e não podemos esquecer dos inúmeros derivados da fruta: óleo de coco, leite de coco, coco desidratado ralado, uma variedade de produtos encontrados nas prateleiras dos supermercados. Sem dúvida, o coco é uma fruta que tem tudo para crescer ainda mais e ficar cada dia mais fortalecida. “A exemplo de anos anteriores, a expectativa é que o consumo continue se elevando, tendendo ao aumento da produção”, finaliza Thiago.
A cultura do coqueiro ou cocoicultura, típica de clima tropical, é desenvolvida em aproximadamente 90 países. Os maiores produtores mundiais são: Filipinas, Indonésia e Índia. No Brasil, a cultura do coqueiro chegou possivelmente junto com a colonização portuguesa em 1553, no Nordeste do país. A cultura se adaptou bem no litoral brasileiro e atualmente, o Brasil possui em torno de 260 mil hectares implantados com a cultura do coqueiro, em quase todos os estados da federação.
O mercado do coco verde tem crescido muito nos últimos anos. Esse crescimento se dá devido ao aumento do consumo da água de coco in natura e ao crescimento das indústrias de envasamento que vêm disponibilizando o produto vigorosamente no varejo, principalmente, nos supermercados, restaurantes e lanchonetes. “A produção do Rio Grande do Norte é, em sua maioria, para o consumo interno. O estado chega a comprar coco de outros estados do país para suprir suas necessidades. No RN, a maioria da produção é utilizada para extravio da água, produção de coco desidratado e envasamento”, explica Thiago Fernandes, produtor de cocos na região agreste do RN.
O objetivo da industrialização da água de coco é a obtenção de um produto que preserve ao máximo as suas características naturais, estendendo sua vida útil e facilitando o seu consumo fora das regiões de plantio. A água de coco concorre com o mercado de refrigerantes e bebidas isotônicas, representando aproximadamente 1,4% desse consumo, estimado em mais de 10 bilhões de litros por ano.
Todo esse crescimento tem uma explicação plausível, os benefícios do coco são consideráveis. A sua água, que corresponde a aproximadamente 25% do fruto, é uma bebida diurética, com poucas calorias, rica em nutrientes, livre de gorduras e com uma grande quantidade de sais minerais e vitaminas. A polpa do coco também traz benefícios ao organismo, pois possui alto teor de fibras, o que auxilia no bom funcionamento do intestino. Já as cascas e fibras do coco, atualmente são reaproveitadas e utilizadas, por exemplo, na produção de artesanato, de vasos de plantas e como insumos para a indústria de polímeros. “No Nordeste, utiliza-se bastante a palha do coco em fornos de casa de farinha, por exemplo. Tudo de forma ecologicamente correta”, conta Thiago Fernandes.
A riqueza do coco é notória tanto em termos alimentícios quanto mercadológicos. A industrialização da água do coco verde tem se mostrado uma atividade bastante promissora e não podemos esquecer dos inúmeros derivados da fruta: óleo de coco, leite de coco, coco desidratado ralado, uma variedade de produtos encontrados nas prateleiras dos supermercados. Sem dúvida, o coco é uma fruta que tem tudo para crescer ainda mais e ficar cada dia mais fortalecida. “A exemplo de anos anteriores, a expectativa é que o consumo continue se elevando, tendendo ao aumento da produção”, finaliza Thiago.
Matéria publicada na Revista Mix
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